Projeto ‘Como Anda’ quer fortalecer a
mobilidade a pé no Brasil: compreender quem são e
como atuam as organizações que trabalham com o tema, promover a pauta com
levantamento de dados e estudos de caso e contribuir com a articulação do
movimento.Caminhar é a forma mais democrática, saudável, econômica e
sustentável de se deslocar pelas cidades. Apesar disso, nas últimas décadas,
pouco foi feito para os pedestres no Brasil e seguimos sofrendo
com as condições precárias das nossas calçadas, passagens e travessias. Embora
muitas organizações busquem colocar esta importante discussão em pauta, a falta
de uma visão integrada do cenário ainda é uma barreira para que o movimento
ganhe força e espaço. Neste contexto, surge o Como
Anda - uma plataforma
online que propõe uma rede entre os grupos que promovem a mobilidade a pé no Brasil e oferece dados
inéditos e acessíveis sobre esse movimento. organizações conectadas nos quatro cantos do Brasil, atuando nas mais diversas
abordagens:
domingo, 7 de maio de 2017
O mundo global visto do lado de cá, documentário discute os problemas da globalização sob a
perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes).
O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo Milton Santos, gravada quatro meses antes de sua morte.O documentário percorre
algumas trilhas desses caminhos apontados por Milton, vemos movimentos na
Bolívia, na França, México e chegamos ao Brasil, na periferia de Brasília. Em
Ceilândia, a câmera nos mostra pessoas dispostas a mudar as manchetes dos
jornais que só falam da comunidade para retratar a violência local.
A publicação trata de temas como: a melhoria no desenho urbano
com o intuito de ampliar espaços para o pedestre; a redução de velocidade dos
veículos, que ameaça todos os usuários das vias; a promoção de espaços públicos
de alta qualidade para pedestres e ciclistas e a melhoria no acesso ao
transporte coletivo. O guia é recomendado a urbanistas e desenvolvedores de
políticas públicas, oferecendo informações e alternativas para mudar a forma
como planejam e projetam as cidades e suas vias.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
“A beleza é o auge da funcionalidade.
É impossível fazer algo inteiramente novo.
Olhe para a Villa Savoye, em Poissy, de Le Corbusier. Quando você a vê,
a sensação é que é inteiramente nova. É claramente uma nova arquitetura
para um novo tipo de homem. Mas a realidade é que nada é novo, mas modificado
ou transformado. O que eu não gosto agora é quando os
arquitetos mais jovens começam a trabalhar em projetos imediatamente no
computador. Isso não lhes dá a chance de iniciar o projeto com o pensamento
livre e desenhos à mão livre. Ideias novas vêm do pensamento e do desenho e não
do computador. Esboçar é importante para pensar. Arquitetura é um debate e uma provocação.”
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
O objetivo principal
desta publicação é, portanto, fornecer subsídios para regular e implementar o IPTU.
Além deste capítulo introdutório, o texto está dividido em quatro capítulos. O
Capítulo 2 busca caracterizar o instrumento por meio da revisão de seus
fundamentos teóricos e jurídicos, legislação aplicável e princípios
orientadores. O capítulo seguinte, dedicado à regulamentação do IPTU em nível municipal,
aborda os principais desafios relacionados ao processo de instituição do
instrumento, tais como: preceitos relativos à incidência do imposto, sua base
de cálculo e compreensão dos seus efeitos na distribuição da carga tributária,
critérios para o estabelecimento das alíquotas e regras para a aplicação dos
recursos.
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